terça-feira, 31 de agosto de 2010

Morrer?Pra quê?

(...)

A verdade é que não havia nada a acrescentar no roteiro: a morte, por si só, é uma piada pronta. Morrer é ridículo.



Você combinou de jantar com a namorada, está em pleno tratamento dentário, tem planos pra semana que vem, precisa autenticar um documento em cartório, colocar gasolina no carro e no meio da

tarde morre. Como assim? E os e-mails que você ainda não abriu, o livro que ficou pela metade, o telefonema que você prometeu dar à tardinha para um cliente?

Não sei de onde tiraram esta idéia: morrer.

A troco? Você passou mais de 10 anos da sua vida dentro de um colégio estudando fórmulas químicas que não serviriam pra nada, mas se manteve lá, fez as provas, foi em frente. Praticou muita educação física, quase perdeu o fôlego, mas não desistiu.

Passou madrugadas sem dormir para estudar pro vestibular mesmo sem ter certeza do que gostaria de fazer da vida, cheio de dúvidas quanto à profissão escolhida, mas era hora de decidir, então decidiu, e mais uma vez foi em frente.

De uma hora pra outra, tudo isso termina numa colisão na freeway, numa artéria entupida, num disparo feito por um delinqüente que gostou do seu tênis.

Qual é? Morrer é um cliche.

Obriga você a sair no melhor da festa sem se despedir de ninguém, sem ter dançado com a garota mais linda, sem ter tido tempo de ouvir outra vez sua música preferida. Você deixou em

casa suas camisas penduradas nos cabides, sua toalha úmida no varal, e penduradas também algumas contas. Os outros vão ser obrigados a arrumar suas tralhas, a mexer nas suas gavetas, a apagar as pistas que você deixou durante uma vida inteira.

Logo você, que sempre dizia: das minhas coisas
cuido eu.

Que pegadinha macabra: você sai sem tomar café e talvez não almoce, caminha por uma rua e talvez não chegue na próxima esquina, começa a falar e talvez não conclua o que pretende dizer. Não faz exames médicos, fuma dois maços por dia, bebe de tudo, curte costelas gordas e mulheres magras e

morre num sábado de manhã. Se faz check-up regulares e não tem vícios, morre do mesmo jeito.

Isso é para ser levado a sério?
Tendo mais de cem anos de idade, vá lá, o sono eterno pode ser bem-vindo.

Já não há mesmo muito a fazer, o corpo não acompanha a mente, e a mente também já rateia, sem falar que há quase nada guardado nas gavetas. Ok, hora de descansar em paz. Mas antes de viver tudo, antes de viver até a rapa? Não se faz.
Morrer cedo é uma transgressão, desfaz a ordem natural das coisas. Morrer é um exagero. E, como se sabe, o exagero é a matéria-prima das piadas.
Só que esta não tem graça.

(Pedro Bial)

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

Ser professor é...

Ser professor
é professar a fé
e a certeza de que tudo
terá valido a pena
se o aluno sentir-se feliz
pelo que aprendeu com você
e pelo que ele lhe ensinou...

Ser professor é consumir horas e horas
pensando em cada detalhe daquela aula que,
mesmo ocorrendo todos os dias,
a cada dia é única e original...

Ser professor é entrar cansado numa sala de aula e,
diante da reação da turma,
transformar o cansaço numa aventura maravilhosa de ensinar e aprender...

Ser professor é importar-se com o outro numa dimensão de quem cultiva uma planta muito rara que necessita de atenção, amor e cuidado.

Ser professor é ter a capacidade de "sair de cena, sem sair do espetáculo".
Ser professor é apontar caminhos,
mas deixar que o aluno caminhe com seus próprios pés...

(autor desconhecido)

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Pobre baleia....Ecalhou de novo....Sorte pra ela!!

Segundo uma coluna no Yahoo, o texto a seguir é de autoria de Roberto Carlos....

Hemenagem à Baleia:

Ao ouvir certa melodia, cerro os olhos

Vislumbro uma cauda de baleia
No imenso oceano que relampeja
E o proeminente som que ouço é o trovão
Que se renova e de alegria se regozija.
Adoraria ser aquela baleia
Encontrar-me subitamente naquele cenário
Sentir a paz do mar já em calmaria
E poder usufruir daquele imenso banho.
Não seria apenas o maior dos mamíferos
Também seria o mais belo ser
Não me alimentaria só de krill
Mas também do carinho do biólogo marinho.
Meu único terror seriam os tubarões
E os homens que estão na baleeira
Aguardaria pela ajuda da Greenpeace
E pela vinda da guarda-costeira.
Minha plena liberdade ousaria
E finalmente chegaria à terra de Paikea
Ali seria a verdadeira rainha dos mares
Por fim minha cauda de Deusa maior
Afogaria todos os meus males.

terça-feira, 24 de agosto de 2010

....

Acho a maior graça. Tomate previne isso,cebola previne aquilo, chocolate faz bem, chocolate faz mal, um cálice diário de vinho não tem problema, qualquer gole de álcool é nocivo, tome água em abundância, mas não exagere...




Diante desta profusão de descobertas, acho mais seguro não mudar de hábitos.



Sei direitinho o que faz bem e o que faz mal pra minha saúde.



Prazer faz muito bem.

Dormir me deixa 0 km.

Ler um bom livro faz-me sentir novo em folha.

Viajar me deixa tenso antes de embarcar, mas depois rejuvenesço uns cinco anos.

Viagens aéreas não me incham as pernas; incham-me o cérebro, volto cheio de idéias.

Brigar me provoca arritmia cardíaca.

Ver pessoas tendo acessos de estupidez me

embrulha o estômago.

Testemunhar gente jogando lata de cerveja pela janela do carro me faz perder toda a fé no ser humano.

E telejornais... os médicos deveriam proibir - como doem!

Caminhar faz bem, dançar faz bem, ficar em silêncio quando uma discussão está pegando fogo,

faz muito bem! Você exercita o autocontrole e ainda acorda no outro dia sem se sentir arrependido de nada.

Acordar de manhã arrependido do que disse ou do que fez ontem à noite é prejudicial à saúde!

E passar o resto do dia sem coragem para pedir

desculpas, pior ainda!

Não pedir perdão pelas nossas mancadas dá câncer, não há tomate ou mussarela que previna.

Ir ao cinema, conseguir um lugar central nas fileiras do fundo, não ter ninguém atrapalhando sua visão, nenhum celular tocando e o filme ser espetacular, uau!

Cinema é melhor pra saúde do que pipoca!

Conversa é melhor do que piada.

Exercício é melhor do que cirurgia.

Humor é melhor do que rancor.

Amigos são melhores do que gente influente.

Economia é melhor do que dívida.

Pergunta é melhor do que dúvida.

Sonhar é melhor do que nada!
 
(Martha Medeiros)

O que os homens realmente pensam....

Estou com fome


Tradução: Estou com fome.



Estou com sono

Tradução: Estou com sono.



Estou cansado

Tradução: Estou cansado.



Quer ir ao cinema?

Tradução: Gostaria de transar?



Posso te levar para jantar?

Tradução: Gostaria de transar?



Posso te ligar?

Tradução: Gostaria de transar?



Quer dançar comigo?

Tradução: Gostaria de transar?



Bonito vestido!

Tradução: Que decote! Gostaria de transar?



Você parece tensa, deixe-me fazer uma massagem

Tradução: Gostaria de transar?



Estou chateado

Tradução: Quer transar?



Eu te amo

Tradução: Quero transar agora.



Vamos conversar

Tradução: Estou querendo mostrar como sou uma pessoa sensível e, por isso, talvez você queira transar comigo.



Quer casar comigo?

Tradução: Não quero que você transe com outros.



Gostei mais desse

Tradução: Pegue qualquer vestido e vamos transar logo.

Para alegrar...hahaha!

Essa é pras gurias....

Ahhhh, o Etílico!!!

1ª fase: A alegria - você começa a rir de coisas bobas


2ª fase: Negação - apesar de você estar pra lá de Bagdá, você continua falando que está sóbrio

3ª fase: Amizade - você começa a ficar amigo de todo mundo: do barman, do tio mendigo, dos inimigos ...

4ª fase: Cegueira - essa fase é muito perigosa pois nesse momento você já começa a achar todo mundo bonito

5ª fase: Invisível - nesse momento, você acha que está invisível e que ninguém está te vendo, portanto, faz cagadas achando que ninguém nem percebeu, quando na verdade todo mundo está te olhando!

6ª fase: Momento da verdade -perigoso pois você começa a dizer as verdades pra todo mundo.

7ª fase: Nostalgia - nesse momento você chora dizendo que todo mundo ali é seu amigo do peito e não sabe o que faria sem eles, é nessa fase também

que as pessoas começam a ligar para os EX namorados

8ª fase: Línguas - é a hora de falar inglês, espanhol, aramaico;

9ª fase: Depressão

10 ª fase: Depois de TODAS as merdas feitas, você nao se lembra de nada!
Persistência ou teimosia?


Em toda relação, ou melhor, em toda situação é preciso levar em conta como agimos. Será que estamos persistindo porque faz bem, porque esperamos ter sucesso? Ou será que estamos teimosamente tentando fazer virar uma situação que não tem a menor possibilidade de dar certo? Auto-destruindo-nos, abandonando nossos sonhos, destruindo o outro? Pois é: teimosia ou persistência? Burrice, ingenuidade ou lucidez, inteligência emocional?

Assim tomamos nossas decisões. Ora com clareza, ora com a cegueira que nos cabe. Em relacionamentos amorosos é tudo mais complexo – as emoções estão à flor da pele… Tendemos por isso, ficar mais do que deveríamos. A cobrar mais do que poderíamos. A confundir tudo e pensar que estamos no caminho… Quando, na verdade, estamos é nos distanciando do centro – do outro.

Não faz diferença.“A mente MENTE!”, dizia-me um amigo. E, quanto mais dermos ouvidos a esses nossos pensamentos tresloucados, mais fácil entramos numa fria – do tipo AUTOBOICOTE. Ou seja, deixamos de lado a ideologia do viver bem para, num rompante quase sadomasoquista, viver mal. E, nisso tudo, que diferença faz se é amor ou paixão? Quase nenhuma.

A bola ainda está conosco. E, nesse contexto, mais do que discutir o teor do sentimento, o melhor mesmo é viver, arriscar, entender que tudo o que é demais não tem importância se tivermos para onde voltar.

Errar é humano.Então, persistir é humano. Errar também… Ou seja, fica mais fácil errar menos quando sabemos que, se não der certo, vamos ter acolhida. Vamos poder voltar atrás, dar meia volta, retomar do zero uma nova oportunidade. Fácil, não?

Não é fácil entender que erramos. Que o amor não é para sempre. Que as nossas decisões e escolhas de vida podem ser mudadas toda vez que desejarmos.

Fica então o bate boca normal daqueles que entendem que o que começou tem de acabar. Comeu a carne tem que roer o osso etc, etc, etc…

Será mesmo que não dá para refletir sobre nossa situação atual e buscar uma atitude? Será mesmo que precisamos nos condenar a qualquer tipo de relação só porque, em algum momento, fizemos a escolha?


Dependência

Viver louco de amor é muito bom. Bom enquanto há troca, enquanto dá prazer. Viver louco de amor por outro que não está nem aí é dependência. Amar demais, como gosto sempre de reforçar, não tem problema se entendermos que não é a quantidade que conta e sim o como. O como podemos incluir o outro na nossa vida sem abrir mão da nossa identidade, da nossa essência.

Por isso, talvez os poetas, os romancistas tenham vivido tão bem grandes amores. Tantos quanto lhes foi possível amar. Isso é ruim? Diria a você que, ao contrário, é um privilégio para poucos. Para aqueles que aceitam correr riscos. Que compreendem a diferença do que faz bem e do que não faz. Entre experimentar e abrir mão – desapegar. Abrir-se para o novo.


Bagagem

Ao final da contas, vale sempre lembrar: não há nada que possamos levar conosco em outras vidas. Não há nada além das emoções… Talvez por isso insista tanto em manter a reflexão sobre o que estamos fazendo com nossas vidas – enquanto discutimos o que é certo e o que não é!

Certo é tudo o que podemos fazer no momento em que estamos fazendo. Isso quer dizer que não erramos? Não. Quer dizer apenas que, quando estamos presentes, sintonizados com a realidade, podemos sempre nos desculpar, voltar atrás, mudar o compasso, o passo, escolher outro caminho…

O outro irá aceitar? Perdoar-nos? Talvez! E quanto a isso nada a fazer. Somente viver, caminhar, manter-se em movimento…

(Por: Por Sandra Maia . 17.08.10 – Coluna Yahoo)

Para começar....

Este lugarzinho foi criado para postagens de notícias, fofocas (porque ninguém é de ferro né?!?!hihih), desabafos, textos literários...Enfimk...Tudo que possa ser interessante!!!

Bjs a todos e sejam bem vindos!!!

Ju!